DIREITA DEFINE FUTURO DA BOLÍVIA: Rodrigo Paz e Tuto Quiroga Vão ao Segundo Turno Após Derrota Histórica da Esquerda

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A Bolívia viverá em outubro uma disputa inédita. Com a vexatória derrota da esquerda no primeiro turno das eleições presidenciais realizado neste domingo (17), o comando do país será definido entre dois nomes do campo conservador: Rodrigo Paz (Partido Democrata Cristão – PDC) e o ex-presidente Jorge “Tuto” Quiroga (Alianza Libre).
De acordo com o Tribunal Supremo Eleitoral, Paz liderou a votação com 32,18% dos votos, enquanto Quiroga ficou em segundo, com 26,94%. Como nenhum dos candidatos alcançou os requisitos para vitória em primeiro turno — maioria absoluta ou 40% com 10 pontos de vantagem sobre o segundo colocado —, os dois voltarão às urnas em 19 de outubro para definir quem será o novo chefe de Estado e de Governo.
Fim de um ciclo da esquerda
O resultado representa um marco histórico: pela primeira vez em quase duas décadas, o Movimento ao Socialismo (MAS) e seus aliados ficaram fora de uma disputa decisiva. O partido de Evo Morales, que desde 2006 molda a política boliviana com pautas de esquerda e forte influência sindical e indígena, sofreu uma derrota considerada devastadora, ficando atrás de candidatos conservadores em praticamente todos os centros urbanos.
Analistas apontam que a combinação de escândalos de corrupção, queda de popularidade de lideranças históricas e cansaço do eleitorado com o projeto político da esquerda foram determinantes para a virada do cenário político.
Os protagonistas do segundo turno
Rodrigo Paz, atual senador e filho do ex-presidente Jaime Paz Zamora, representa um centro-direita democrático-cristão, com discurso de modernização econômica, abertura ao mercado internacional e combate firme à corrupção.
Jorge “Tuto” Quiroga, que já governou a Bolívia entre 2001 e 2002, aposta em sua experiência de gestão e promete fortalecer instituições, atrair investimentos e adotar uma postura conservadora nos costumes e liberal na economia.
Expectativas e desafios
O segundo turno promete acirrar o debate político. Tanto Paz quanto Quiroga buscarão conquistar os votos dos eleitores órfãos da esquerda e de candidatos menores, além de costurar apoios regionais. A eleição pode redefinir os rumos da Bolívia, abrindo espaço para um novo ciclo de governos de direita após quase 20 anos de hegemonia progressista.
O futuro do país, portanto, será decidido em outubro. E, pela primeira vez em décadas, sem a esquerda como protagonista.
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