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QUASE 30 MINUTOS SEM RESPIRAR: Croata Vitomir Maričić Quebra Recorde Mundial de Apneia Estática

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Em Opatija, na Croácia, o mergulhador ficou 29 minutos e 3 segundos submerso e dedicou a conquista à preservação dos oceanos

No dia 14 de junho de 2025, a cidade litorânea de Opatija, na Croácia, entrou para a história do mergulho livre. O atleta croata Vitomir Maričić conquistou o novo recorde mundial de apneia estática com oxigênio, permanecendo 29 minutos e 3 segundos submerso sem respirar, feito que lhe garantiu um lugar no Guinness World Records.

A tentativa aconteceu na piscina do Hotel Bristol, diante de árbitros oficiais e cerca de 100 espectadores. Antes de mergulhar, Maričić inalou oxigênio puro por 10 minutos — prática permitida nessa categoria específica — o que aumenta a capacidade do corpo de suportar mais tempo sem respirar.

O recorde anterior era de 24min37s, estabelecido em 2021 pelo também croata Budimir Šobat. Maričić superou a marca com quase cinco minutos de vantagem, entrando para a elite mundial da modalidade.

Mais do que uma exibição de resistência física e controle mental, o croata aproveitou a visibilidade do feito para levantar uma bandeira: a defesa dos oceanos. Em suas declarações, destacou a importância da conscientização sobre a poluição e a necessidade de preservar os ecossistemas marinhos.

> “A apneia mostra até onde o ser humano pode chegar, mas também nos lembra da nossa conexão vital com a água. Precisamos proteger os oceanos para que continuem sendo fonte de vida e inspiração”, afirmou Maričić após o recorde.

Recorde com ou sem oxigênio: qual a diferença?

Com oxigênio (Guinness) — O atleta respira oxigênio puro antes da prova, saturando o corpo e reduzindo os níveis de CO₂. Isso permite tempos muito mais longos, como os 29min03s de Maričić.

Sem oxigênio (AIDA/competitivo) — Considerada a prova “padrão” em competições, não há pré-oxigenação. O recorde atual é de 11min35s, alcançado em 2009 por Stéphane Mifsud, da França.


Mais do que um recorde: uma mensagem

O feito de Maričić reforça não apenas os limites da resistência humana, mas também a responsabilidade coletiva de cuidar do meio ambiente. Ao unir esporte e consciência ecológica, ele transforma um desempenho extraordinário em um chamado global pela preservação dos mares.

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