NÃO É PEGADINHA: Bolsonaristas radicais do PL, aliados de Queiroga, estão de malas prontas para o PP do prefeito Cícero Lucena.

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Racha no PL de Pernambuco expõe crise interna e pode fortalecer o PP
O Partido Liberal (PL) de Pernambuco enfrenta um momento turbulento, marcado por uma crise interna que ameaça redesenhar o cenário político local. Figuras de destaque do bolsonarismo no estado, como o ex-ministro do Turismo Gilson Machado Neto, seu filho, o vereador do Recife Gilson Filho, e o deputado estadual Coronel Alberto Feitosa, articulam uma possível migração para o Partido Progressistas (PP), comandado nacionalmente por Ciro Nogueira. O movimento escancara um racha no partido, que, sob a liderança de Anderson Ferreira, tem perdido a confiança de parte da base conservadora.
A insatisfação entre os bolsonaristas pernambucanos se intensificou diante do que consideram falta de comprometimento dos irmãos Ferreira — Anderson e André Ferreira — com os ideais bolsonaristas. Para Gilson Machado, a gestão do PL em Pernambuco não tem demonstrado alinhamento verdadeiro com os princípios do ex-presidente Jair Bolsonaro. “Os Ferreira não representam o bolsonarismo de fato”, criticou o ex-ministro, evidenciando o desgaste entre as lideranças do partido no estado.
Em meio às especulações de debandada, Anderson Ferreira nega a existência de uma crise. Segundo ele, o partido segue firme em seu propósito de fortalecimento, tanto em Pernambuco quanto no cenário nacional. “O que fica evidente é que existem aqueles que são do PL e os que apenas estão no partido”, declarou Ferreira. Apesar do discurso de unidade, o desconforto de algumas lideranças reflete uma falta de confiança em Valdemar Costa Neto, presidente nacional do PL.
Enquanto isso, o PP, que busca ampliar sua base de apoio em Pernambuco, já se movimenta para acolher os dissidentes do PL. Eduardo da Fonte, presidente estadual do PP, afirmou que Gilson Machado, Gilson Filho e Coronel Feitosa serão bem-vindos ao partido e terão todas as condições de desempenhar seus mandatos.
O desdobramento dessa crise local reflete desafios maiores que Bolsonaro enfrentará para manter o PL coeso em nível nacional, sobretudo com a aproximação das eleições de 2026. A possível migração de lideranças para o PP pode fortalecer a sigla como alternativa para bolsonaristas no estado, alterando alianças e a correlação de forças na política pernambucana.
Nos bastidores, a movimentação revela que o futuro do bolsonarismo em Pernambuco segue em disputa, e o desfecho desse embate promete reverberar além das fronteiras do estado, influenciando o cenário político nacional.
Fonte JC
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